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“Você precisa criar histórias que se conectem com seus leitores”, diz Byron White, fundador do WriterAccess
27 de maio de 2022

Em 1996, Bill Gates afirmou que o conteúdo era rei e um elemento-chave para a internet prosperar. E todos nós sabemos que ele com certeza estava certo. Desde então, muita coisa aconteceu no mundo da criação de conteúdo, tanto que ter uma estratégia de conteúdo se tornou a base de qualquer estratégia de Marketing Digital de sucesso.

O cenário de 1990 parece outro universo para o que a criação de conteúdo se tornou. SEO, redes sociais, mecanismos de pesquisa, copywriting e muitos outros conceitos surgiram e acabaram sendo muito importantes para profissionais de marketing e escritores.

Com mudanças rápidas e novos conteúdos surgindo de todos os lugares, como construir uma estratégia de conteúdo eficaz, consistente e escalável? Foi sobre isso que Byron White, fundador do WriterAccess e especialista em marketing de conteúdo, falou durante nossa Jam Session, uma mistura de webinars, entrevistas e apresentações da Rock Content com os melhores profissionais de marketing do mundo.

WriterAccess é uma plataforma que mostra rápido crescimento e visa conectar empresas e agências com criadores de conteúdo, e agora ela faz parte da família Rock Content.

Apesar de todas as grandes transformações que o cenário de conteúdo passou, Byron destacou a importância de, acima de tudo, criar histórias que se conectem com os leitores.

 “Seu conteúdo, para ser ótimo, para escalar, e para ser bem-sucedido, tem que ter o que eu chamo de ‘estalo’, ‘fagulha’ e ‘explosão’. Seu conteúdo cria um ‘estalo’ quando seu título rouba a atenção na página e atrai as pessoas, para que elas sintam que precisam ver sobre o que você está falando. O conteúdo é uma ‘fagulha’ quando toca seu coração, ou faz você rir ou se conecta com você de uma maneira original. Então isso se torna importante para os parâmetros, para seus objetivos. O conteúdo causa uma ‘explosão’ quando ele realmente converte, quando estimula alguém a executar uma ação”, afirma.

Mesmo que existam outros fatores cruciais para que qualquer conteúdo chegue ao público, como SEO, Byron é categórico ao defender que “primeiro a história, a otimização, em segundo lugar. A menos que sua história seja convincente, ninguém vai lê-la. Não importa o quão bem ela foi otimizada”.

Byron compartilhou seus 10 segredos para criação de conteúdo escalável, abordando criatividade, práticas de Marketing Digital e truques para gerenciar uma equipe de criadores.

Confira a entrevista completa em vídeo (ou leia a transcrição abaixo):

Transcrição:

Vitor Peçanha: Pronto. Olá pessoal. Bem-vindos a mais uma Jam Session. Eu sou o Vitor Peçanha. Sou cofundador e CMO da Rock Content e hoje serei seu anfitrião.

Apenas para lembrá-los: nossas Jam Sessions são uma mistura de apresentações, entrevistas e webinars com líderes de marketing e SaaS e especialistas, tudo viabilizado pela Rock Content.

Hoje temos um convidado muito especial.

Alguém que está realmente alinhado com a nossa missão de criar ótimos conteúdos, não só para os clientes, mas para o mercado.

É Byron White, fundador do WriterAccess e do Content Marketing Conference (CMC), também agora parte da família Rock Content.

Bem-vindo Byron.

Byron White: É ótimo estar aqui. Obrigado por me receber.

Peçanha: Ótimo. Por que você não nos conta um pouco sobre você, tipo, de onde veio sua paixão pelo Marketing de Conteúdo?

Byron: Sim, uau, você sabe que estou na linha de frente da revolução do Marketing de Conteúdo há algum tempo. Tanto como fundador e autor de alguns livros. Como alguém que está avançando para tentar acabar com todo esse conteúdo ruim e chato e tentar ajudar nossos clientes e nos ajudar a criar ótimos conteúdos.

Peçanha: Incrível.

Então, o WriterAccess tem tudo a ver com fornecer ótimo conteúdo de maneira escalável para empresas, certo?

Sobre este tópico, é isso que vamos abordar hoje e você nos pediu para abordar os 10 truques ou segredos para a criação de conteúdo escalável.

Vamos nos aprofundar no assunto?

Vamos lá.

Byron: Vamos!

Peçanha: Eu gosto do primeiro. Vou chamar de segredo. Eu gosto mais de segredo. Seu primeiro segredo, eu gosto do nome dele. Chama-se ‘ideias, mapas e planos’.

Byron: Perfeito.

Peçanha: Segredo número um. Você pode explicá-lo para o público?

Byron: Número um de dez. Eles são todos muito bons, mas vou deixar o público julgar isso. Este começa com uma ampla visão topográfica de 20.000 pés. E vamos ser sinceros, você precisa de um plano se quiser ter sucesso quando se trata de marketing de conteúdo.

Você sabe, criar essas ideias de tópicos envolventes para conteúdo; elas certamente não caem do céu. Como encontramos esses grandes tópicos sobre os quais queremos escrever? Isso é realmente a parte difícil, então acredito que você precisa pesquisar o que está acontecendo em cada área de tema sobre a qual está pensando em escrever.

Você precisa criar um mapa de conteúdo que descreva a estratégia e as táticas que você usará para pesquisar e desenvolver essas ideias de tópicos.

Vamos pegar orçamentos menores e orçamentos maiores. Com orçamentos menores, você precisará ser muito seletivo no número de tópicos que cria e nas apostas que você está fazendo na esperança que seu tópico vá se estabelecer uma conexão e converter visitantes em compradores.

Com orçamentos maiores, você tem mais espaço para experimentar e pode criar não apenas mais tópicos, mas mais subtópicos e mais palavras-chave para otimizar e um alcance social mais amplo com mais recursos para distribuir esse conteúdo. Mas no final das contas, não importa se você tem um orçamento grande ou pequeno, tudo começa com as ideias que você precisa para pesquisar os tópicos e os subtópicos que você está tentando juntar. Junte tudo isso em um mapa e um plano. E a partir desse plano de mapeamento, acho que você pode encontrar alguma inspiração e um processo com o qual possa contar desde o estágio inicial de planejamento.

Peçanha: Entendi e você está falando disso. Isso é importante. Acho interessante você mencionar empresas menores com apostas menores, com orçamentos menores. Eles têm que ser precisos com suas apostas, certo?

Existe um segredo para definir, ‘como escolho os melhores tópicos ou a melhor estratégia, porque não posso desperdiçar dinheiro?’

Byron: Acho que sim, quero dizer, quando você não tem orçamento, não pode selecionar palavras-chave impossíveis de serem buscadas.

Você nunca obterá um ranqueamento superior para isso. No entanto, você precisa selecionar, precisa encontrar perguntas com cauda mais longa que você possa responder incrivelmente bem.

Eu acho que com orçamentos menores você precisa escolher tópicos que não são tão populares e você precisa cobri-los completamente de forma abrangente.

Então, você melhora suas chances de sucesso com conteúdo de ótima qualidade cobrindo uma área de tópico de super-nicho cobrindo todos os subtópicos relacionados a esse tópico. Então, essa é realmente a maneira que você enxergar isso, eu acho.

Peçanha: Incrível. Obrigado.

Byron: Claro.

Peçanha: Segredo número dois. Faça onboarding com criadores de conteúdo. O que isso quer dizer?

Byron: Então, você sabe que existem várias maneiras de fazer onboarding com um criador de conteúdo e aqui, vamos nos referir aos escritores. Vamos descartar a leitura da mente porque essa é uma arte e ciência perdidas com as quais não podemos contar. E eu sei que isso pode ser importante para alguns de vocês, que vocês apenas sintam que vão, mas sabem que é algo que já foi.

Então, em vez disso, realmente precisamos articular os objetivos, as especificações e os requisitos dos projetos. E precisamos ter certeza de que há instruções claras com exemplos de grandeza, como se isso fosse o principal.

Mas você também precisa de apenas um processo, como um processo metódico claro que une tudo isso. E você pode até considerar fazer uma gravação de vídeo que explique aos seus escritores freelancers ou aos membros de sua equipe o que você está procurando. Como você quer que eles abordem um tópico com o qual eles estão trabalhando. Que expectativas você tem. Exemplos de grandeza, exemplos do que é um mau exemplo… você sabe, conteúdo que foi criado e aqui está o porquê.

Então, você pode até ir mais longe para meio que gamificar o processo, talvez até adicionar alguns incentivos ao desempenho para realmente fazer com que todos pensem sobre esse processo criativo de criação de conteúdo da maneira certa.

Peçanha: Incrível.

Mais uma vez a documentação é essencial, certo?

Byron: De fato. Eu acho que o processo é tão importante quanto as ideias em si. Você conhece esses criadores de conteúdo, eles precisam de orientações. Eles não podem ler sua mente, principalmente em uma plataforma como o WriterAccess.

Esse é o inimigo, é apenas supor que você pode escrever essas instruções e tudo será ótimo. Você sabe, o feedback se torna uma parte importante do ciclo e vamos falar um pouco sobre isso.

Peçanha: Entendi. E é a mesma coisa quando você está falando sobre criação de conteúdo interna versus terceirizada?

Byron: Acho que sim.

Peçanha: É o mesmo processo?

Byron: Eu também acho que com alguns escritores você realmente precisa repetir esse processo. Escritores internos podem ficar um pouco preguiçosos. Eles podem, você sabe, perder a sede de produzir excelência. Outra coisa que acontece é que sua marca pode mudar. Você pode reformulá-la. Você pode exigir novo tom e novo estilo

Mais importante, quando você começa a criar conteúdo, digamos, com uma equipe interna, você pode aprender o que está funcionando com isso, quanto mais você publicar. Você precisa fazer engenharia reversa do que está funcionando e treinar novamente seus redatores, seus redatores internos, para repetir o que funcionou e procurar sinais do que está funcionando, do que não está funcionando.

O que mais uma vez requer um processo de integração para sua equipe criativa e não apenas com os escritores, devo acrescentar. É com designers, ilustradores e animadores. Como está o tom e o estilo juntos? Como podemos estar constantemente olhando para isso e integrando todos às mudanças que achamos que precisam ser feitas.

Peçanha: Então fazer onboarding e, digamos, uma reciclagem às vezes.

Byron: Acho que sim.

Peçanha: Sempre que tem uma mudança você vai lá e retreina todo mundo.

Byron: Exatamente, é definitivamente um treinamento. Treinando todos no processo, mas de forma eficiente. Isso.

Peçanha: Incrível. O segredo número três é que devemos testar o estilo de escrita antes de contratar um escritor. Como fazemos isso e por quê?

Byron: Isso remonta a 2002, há muito tempo. Bem, tudo bem, que tal 2012. Vamos voltar apenas uma década. Mas isso remonta a 2002, quando começamos uma empresa chamada Life Tips, há 20 anos. Mas estávamos trazendo novos freelancers, tanto no WriterAccess quanto no Life Tips e precisávamos testá-los.

Precisávamos descobri quem tinha um estilo semelhante, quem tinha o tom e o estilo certos. Já se foi o tempo em que você podia fazer uma entrevista com um freelancer ou escritor em tempo integral e usar esse processo como um guia para contratá-los ou não.

Em vez disso, existem oportunidades únicas, especialmente em uma plataforma, para testar redatores, enviar a mesmo pauta para três redatores diferentes e talvez um pequeno texto de 500 palavras ou menos, uma postagem no blog. Algo simples. E deixe que cada um deles volte com sua interpretação com sua solução criativa e conteúdo para você revisar.

O fundamental para o processo de testar esses escritores no formato que acabei de descrever é dar feedback a todos eles. Isso é crítico. O que você está testando aqui é a capacidade de deles de flexibilizar seu estilo, de alterar seu conteúdo original e transformá-lo em algo melhor com base em seu feedback.

Esse é o verdadeiro teste da capacidade de um escritor de criar o conteúdo que você está procurando. A capacidade deles de flexibilizar seu tom, seu estilo, até mesmo sua abordagem, para um projeto, e esse é o verdadeiro juiz. Eu chamo isso de flexão de estilo. Eu fiz um webinar sobre flexibilização de estilo há muito tempo e ainda acredito que é uma ótima frase que ajuda as pessoas a entender que realmente existe um estilo flexível por aí. Um escritor não tem um estilo monótono que é a maneira como eles escrevem. Não, eles realmente flexionam seu estilo para se alinhar com o tom e o estilo da sua marca.

Peçanha: Entendi. Então você diria que ser flexível é uma característica muito importante de um bom escritor?

Byron: Não apenas importante, provavelmente a mais importante, principalmente para freelancers que trabalham com uma variedade de clientes. Se você é um único escritor trabalhando para uma única marca, talvez seja necessário flexibilizar seu estilo para diferentes públicos, por exemplo, Facebook, Twitter, LinkedIn. Três públicos muito diferentes ali. Mais uma vez, a flexão de estilo se torna a peça central dessa arte para um criador de conteúdo.

Esse é um assunto totalmente diferente, a propósito. Chamamos escritores de criadores de conteúdo? Você sabe que alguns escritores ficam realmente ofendidos com isso. Eles realmente gostam de se chamarem escritores, e não de criadores de conteúdo.

 Peçanha: Sério?

Byron: Acho que na verdade somos todos criadores de conteúdo, seja você um ilustrador, animador, escritor, redator, jornalista em particular.

Quero dizer, não, estamos criando conteúdo, por que não nos definirmos nesse tópico amplo? Eu estou fazendo alguns inimigos por aí com certeza ao chamar para escritores e criadores de conteúdo. Enfim.

Peçanha: Por que eles se ofenderiam? Eu gosto que meu título seja muito específico.

Byron: Pois é.

Peçanha: Não genérico.

Byron: Sim, como um redator que tem um estilo de escrita bem específico que é escrever textos para transformar visitantes em interessados e interessados em compradores. Esse é o trabalho. Chama-se copywriting. Se você se considera um criador de conteúdo, isso não é exatamente a descrição do trabalho. Então, talvez, é por isso que eles estão ofendidos, mas, você sabe, eu estou apenas tentando fazer todo mundo feliz e todos nós sabemos que isso é impossível.

Peçanha: É um grande desafio. Então vamos para o número quatro. Então você tem que nos explicá-lo e eu o adoro: os três guias que os criadores de conteúdo precisam para ter sucesso.

Byron: Eu acredito que você precisa de guias bem estruturados para atingir os objetivos que você tem para um projeto. Acontece que você precisa de um mapa de jornada do cliente para ajudar um criador de conteúdo a entender as necessidades de um público-alvo diferente em diferentes estágios da jornada. Mais especificamente, você precisa definir o que o público-alvo está pensando e sentindo em diferentes estágios da jornada.

Confie em mim, será muito diferente na fase de descoberta, que é onde eles estão aprendendo sobre seus produtos e serviços versus pós-venda. As pessoas não querem ouvir a mesma informação. Esse estilo precisa ser muito diferente.

Há suposições que você precisa levar em consideração. Portanto, um mapa de jornada do cliente é fundamental não apenas para mapear, mas para explicar a um redator: “aqui está seu público-alvo, ele está passando pela fase de descoberta”. Portanto, você deve ser mais informativo e educativo sobre a visão de 20.000 pés de nossa indústria, porque eles estão apenas aprendendo sobre nós pela primeira vez. Isso ajuda um escritor. Então esse é o primeiro guia que eu acho que você precisa.

O segundo guia são buyer personas. Buyrer comprador, como todos sabemos, definem o que um comprador está pensando quando tomou a decisão de comprar. Então aqui, o eles estão procurando? Quais foram os gatilhos? Por que fomos melhores que nossa concorrência? O que lhe motivou? Precisamos dessa informação se formos um escritor criando conteúdo porque sabemos quais podem ser as palavras que acionam os gatilhos. Quais pontos trazer à tona em vários momentos. Como pode ser o apelo à ação e a conversão. Então isso se torna importante.

O terceiro guia que eu acho que você precisa é simplesmente um briefing criativo que define o escopo geral de um projeto e os elementos-chave que precisam ser definidos. No WriterAccess, construímos essas coisas em nosso portal de ferramentas para que as pessoas possam realmente criar esses mapas de jornada do cliente, buyer personas, briefings criativos e anexá-los aos seus pedidos.

Eles podem até ser mais específicos para dizer: “ah, com um mapa de jornada do cliente, vou apontar o escritor para este estágio de jornada”, então eles só precisam ler esse estágio de jornada para ter uma ideia do público-alvo. Eles não precisam ler a coisa toda para que possam ser muito específicos.

A outra coisa que fizemos para garantir que os escritores estejam lendo essas coisas, porque, lembre-se, isso é mais conteúdo que estamos jogando no escritor, certo: ler a descrição do projeto, ler um mapa da jornada, ler uma persona, ler esse texto enorme.

Tipo, se for um post de blog de 500 palavras e você estiver fazendo um texte, eu provavelmente não incluiria esses três guias para um post de blog de 500 palavras em um teste. Não vamos enlouquecer, mas à medida que você conhece mais seu talento, essas coisas são realmente úteis e podemos criar coisas como fazer um conjunto de regras o qual escritor deva de fato verificar dizendo: “sim, eu li a buyer persona”. Confirmado. E isso confirma que eles entendem o que o público quer. Agora, você pode ter que pagar mais a um escritor por isso porque é mais trabalho para eles, então, você entendeu a ideia geral.

Peçanha: Então no final há um padrão nos segredos, nesses truques. É uma boa comunicação, documentação adequada, certo.

Concordo com você. Quero dizer, se você não comunicar o que você quer corretamente, como você espera que o escritor saiba o que você está pensando.

Byron: Exato

Peçanha: Eu diria isso.

Segredo número cinco e eu amo o nome deste. É: ‘estalo’, ‘fagulha’ e ‘explosão’.

Byron: Certo, então você sabe que para aqueles de nós que são velhos, como eu, que cresceram nos Estados Unidos, você deve se lembrar de um comercial do Rice Krispies. Você pode procurá-lo e é um comercial muito legal que dizia que seu cereal deveria ter ‘estalo’, ‘fagulha’ e ‘explosão’. É muito famoso. Quando eu estava pensando em escrever um texto ótimo, que converte, que transforma visitantes em compradores, eu meio que me alinhei com esse conceito.

Seu conteúdo, para ser ótimo, e para escalar, para ser bem-sucedido, tem que ter o que eu chamo de ‘estalo’, ‘fagulha’ e ‘explosão’. Seu conteúdo cria um ‘estalo’ quando seu título rouba a atenção na página e atrai as pessoas, para que elas sintam que precisam ver sobre o que você está falando. O conteúdo é uma ‘fagulha’ quando toca seu coração, ou faz você rir ou se conecta com você de uma maneira original. Então isso se torna importante para os parâmetros, para seus objetivos. O conteúdo causa uma ‘explosão’ quando ele realmente converte, quando estimula alguém a executar uma ação.

Portanto, você deve se certificar de que existem elementos de ‘estalo’, ‘fagulha’ e ‘explosão’ em um material que você determinou ser importante. A ‘explosão’ nem sempre tem que ter a ver com alguém comprando algo. Em vez disso, pode ser um visitante voltando para ver mais do seu site. Eles adoram o conteúdo. Eles adoram como foi escrito. Perceberam que ele era arrojado. Isso os fez rir ou tocou seu coração. Era uma ótima história, bem contada. O título os atraiu. Eles queriam ler porque estão familiarizados com a leitura de outras obras desse autor em particular.

Isso é o que eu sugiro, é criar ‘estalo’, ‘fagulha’ e ‘explosão’. Eu fiz um webinar sobre isso há muito tempo. Foi realmente muito popular principalmente entre os escritores. Você sabe, os clientes estavam tipo, hein, você sabe ‘estalo’, ‘fagulha’ e ‘explosão’, seja o que for Byron.

Peçanha: Mas é lembrar, não é.

Byron: Exatamente.

Peçanha: É muito fácil de lembrar.

Byron: Sim.

Peçanha: OK. Deixa eu lhe fazer uma pergunta que eu recebo muitas vezes sobre a parte da ‘fagulha’.

Byron: Sim.

Peçanha: E eu concordo. Você diz que toca o coração ou estimula o humor em seus amigos. Assim, você tem que se conectar emocionalmente com o leitor. Mas quando você fala sobre SEO…

Byron: Sim.

Peçanha: É uma redação muito técnica. É muito parecido, é banco de dados. Você faz pesquisa de palavras-chave. Você deseja ranquear para palavras-chave específicas.

Byron: Isso.

Peçanha: Existe algum conflito aí ou você sugere combinar os dois? Qual é sua visão?

Byron: Em poucas palavras, história primeiro, otimização em segundo lugar.

Quero dizer, a menos que a história seja convincente, ninguém vai lê-la. Não importa o quão bem ela tenha sido otimizada e, a propósito, a menos que você tenha um bom tempo na página e as pessoas estejam realmente lendo seu conteúdo, o Google não o recompensará com as principais listagens.

E existem maneiras muito secretas, a propósito, que o Google não divulga para o mundo, com a qual eles ficam sabendo da taxa de abandono de uma página da web. Alguém poderia pensar que o Google aprenderia com o Google Analytics se os clientes estão saindo da sua página, porque o Google tem essas informações. Acontece que o Google não tem permissão para fazer ajustes algorítmicos nos mecanismos de pesquisa com base no conhecimento que eles têm do Google Analytics, mas o que eles podem fazer secretamente é olhar para o seu tempo.

Eles podem ver você pesquisando algo no Google. Eles podem ver você ir para uma página, eles podem ver você voltar e eles podem ver em qual página você foi. Assim, eles podem ver as taxas de abandono, que é o gatilho que eles podem usar apenas em sua funcionalidade de pesquisa real.

Isso faz sentido?

Peçanha: Sim.

Byron: Então, sim, a história primeiro. Otimização em segundo lugar. Fim de papo.

Peçanha: Legal. Ótima dica. Então vamos para o segredo número seis: gerencie criativos de forma criativa.

Byron: Sim, de fato.

Peçanha: O que é isso?

Byron: Como alguns de vocês devem ter reconhecido, pessoas criativas como eu são difíceis de controlar, difíceis de amarrar. Precisamos ser gerenciados de forma criativa. Você precisa colocar sua equipe na mesma página e realmente considerar a implantação de uma metodologia de gerenciamento com cada membro da equipe. E eu acredito que a maneira de fazer isso é realmente uma maneira estruturada e ao mesmo tempo flexível de fazer isso.

A maneira de fazer isso é definir expectativas, inspecionar o trabalho e oferecer feedback com sabedoria, não muito negativo, a propósito. Sabedoria é a palavra-chave aí e então recompensar o desempenho não necessariamente com dinheiro, acredite ou não, mas apenas com o reconhecimento da sua excelência.

Portanto, é um processo de quatro etapas, mas para mim essa é a melhor maneira que ao longo dos anos aprendi a gerenciar pessoas criativas. É realmente, dedicar muito tempo estabelecendo as expectativas, as metas.

O que vai sair disso? Depois, inspecionar o trabalho ao longo do caminho e não deixá-los pensar que poderiam simplesmente vagar pelo mundo selvagem. Inspecionar o trabalho é fundamental. Então, esses são os quatro componentes que eu acho que tornam o Marketing de Conteúdo escalável.

Peçanha: Sim. Alguém disse que é como: confie, mas verifique.

Byron: Isso.

Peçanha: Algo assim.

Byron: Sim, sim.

Peçanha: Me esqueci de dizer isso.

Byron: A confiança está jogando a isca, mas você tem que puxar de vez em quando e ver se você pegou alguma coisa. Então se você acha que tem que reconhecê-lo. Eu amo a citação de Leonardo da Vinci que é “a simplicidade é a sofisticação máxima”. Adotar essa abordagem sofisticada com pessoas criativas é muito importante porque elas precisam dessa sofisticação com seu trabalho e com o que estão fazendo. Mas você precisa simplificar. Essa é a chave, para a vida em geral, talvez.

Peçanha: Sim e acho que há um desafio em equilibrar a necessidade, por exemplo, de documentação, algum processo e essa liberdade.

Byron: Sim.

Peçanha: E como gerente de conteúdo ou líder de marketing, você precisa encontrar esse equilíbrio. Dizer, ‘você tem liberdade, mas dentro desses limites’.

Byron: Sim.

Peçanha: Então é um desafio fazer isso, mas sim, você não pode entrar com toda criatividade, diversão e jogos, mas você não pode ser apenas processos e criatividade zero.

Byron: Exatamente.

Peçanha: Então, mais um truque / segredo e outro com um nome divertido. Você é bom com os nomes, cara. É: o feedback faz o carrossel girar.

Byron: Sim, você sabe, tendemos a pensar em feedback como crítica, negatividade. Todos nós tendemos a passar por nossas vidas e queremos evitar o confronto, a parte negativa do mundo. Bem, acontece que as pessoas criativas realmente gostam e querem estar alinhadas com seus objetivos e não podem ler sua mente e, nossa, eles realmente querem feedback.

Então, o que eu encorajo os clientes a fazerem no WriterAccess é reservar um tempo para oferecer feedback e não, se tiverem coragem, não apenas aprovar o conteúdo que não é aceitável para depois ir para seu computador e reescrevê-lo. Isso é um desperdício de tempo. Como diz a expressão, eu posso lhe ensinar a pescar e lhe dar a receita, mas isso não funciona. Eu posso pegar um peixe e cozinhar uma refeição para você ou eu posso lhe ensinar a pescar e lhe dar a receita. É nisso que precisamos pensar. É fundamental que ensinemos às pessoas o que queremos e ofereçamos feedback a elas, tanto positivo quanto negativo.

É isso que faz todo o processo criativo que você conhece girar, na minha opinião. Ou a expressão ‘ fazer o carrossel girar’, então esse é o meu pensamento sobre isso.

Peçanha: Sim, existe toda uma ciência por aí sobre como dar feedback.

Byron: Sim.

Peçanha: Na verdade temos treinamentos internos sobre como dar feedbacks aqui na Rock.

Byron: Interessante.

Peçanha: Porque é o que você disse. Você tem que fazer isso. A pessoa tem que conseguir fazer de uma maneira que a outra não se sinta atacada, mas ao mesmo tempo a pessoa deve reconhecer que se você gosta de gastar seu tempo dando seu feedback é porque você se importa, certo. Você tem que ser específico, etc., feedback é uma arte e é difícil.

Byron: É. Um dos componentes desse feedback é o reconhecimento e o New York Times fez um estudo muito interessante sobre isso e acontece, como mencionei anteriormente, que as pessoas realmente querem reconhecimento de suas realizações, o que pode fazer parte do ciclo de feedback.

Isso é bem interessante. Elas apreciam o reconhecimento mais do que a recompensa monetária, o que é realmente interessante.

Peçanha: Tem essa técnica que não sei se concordo com isso, mas é comum. É chamado como “o sanduíche”. Quando você diz algo positivo, então você faz algo negativo e então você faz algo positivo novamente. Eu sei o quanto isso é estudado, eu li isso tantas vezes. A última vez que li isso foi em um livro chamado ‘The Culture Map’, sobre diferentes culturas ao redor do mundo e ele diz que os americanos adoram essa parte do sanduíche.

Byron: Interessante.

Peçanha: Os americanos adoram sanduíches em geral, certo?

Byron: Quais são seus sanduíches favoritos? Qual seu sanduíche favorito?

Peçanha: Tipo, sanduíche literalmente falando?

Byron: Qualquer tipo de sanduíche. Vamos definir um sanduíche como pão e algo no meio.

Peçanha: Pão e algo no meio. Você já esteve na Katz delicatessen em Nova York?

Byron: Não.

Peçanha: É muito bom. É basicamente rosbife, uma pilha de rosbife e picles. É muito, muito bom.

Byron: Isso parece incrível.

Peçanha: Como tudo daquela delicatessen.

Byron: Legal.

Peçanha: E a seu? Já que você fez a pergunta.

Byron: Sem dúvida, Lobster roll.

Peçanha: Lobster roll, legal.

 Byron: Mais especificamente, o Lobster roll do Maine.

Peçanha: Você tem que ir ao Maine para comprar um?

Byron: Bem, eu acho que sim, você sabe, essa é uma história para outro dia, mas você pode enviar lagosta do Maine, eu acho, para qualquer lugar, talvez no mundo. Eu não sei sobre o Brasil, mas lagosta do Maine, lagosta de águas profundas frias são muito especiais. Muito duras, carnudas e com caudas e garras. São espécies lindas. São fabulosas. Então, apenas um pouco de maionese light, um pão levemente amanteigado e grelhado. Quanto maior, melhor, devo acrescentar. Provavelmente não tão grande quanto o seu sanduíche de rosbife, mas de qualquer maneira isso foi um pouco fora do assunto, mas foi engraçado, uma boa diversão.

Peçanha: Sim, mas podemos dizer que você adora o sanduíche porque você começou a descrevê-lo e provavelmente deve estar salivando ou algo assim. Agora, tudo bem, o próximo segredo é que o Marketing é um esporte de equipe.

Byron: Outro tópico que foi tema de um webinar muito divertido que fizemos várias vezes e eu realmente acredito que o Marketing de Conteúdo em geral é um esporte de equipe. Mas se você pensar dessa maneira, meio que começa a ajudar uma empresa a realmente dizer: “ok, qual é o orçamento que eu tenho para Marketing de Conteúdo, então qual tamanho de equipe eu realmente preciso?”

Então eu equiparo isso a: estou jogando tênis? Talvez seja só eu, talvez eu esteja jogando em duplas e tenha um companheiro. Isso tenderia a definir o tipo de estrutura da equipe. Essas são as únicas pessoas que você pode pagar. Se é isso, você provavelmente precisa de um gerente de conteúdo que você conheça como seu líder que possa trabalhar com freelancers para produzir esse conteúdo e escalá-lo. Mas talvez você precise de mais de uma equipe de cinco pessoas que possa ter um gerente de conteúdo. Você pode ter um ilustrador, um animador, um gerente de rede social, talvez um redator para ajudar a aumentar a conversão, isso seria mais uma equipe de cinco pessoas. Talvez você seja uma empresa um pouco maior e tenha mais orçamento.

Você tem um orçamento de meio milhão de dólares, talvez até um orçamento de um milhão de dólares e cinco pessoas podem estar certas, mas se você está realmente se dedicando tanto ao Marketing quanto ao Marketing de Conteúdo, é mais como um time de futebol. Usarei a palavra liberalmente significando futebol em sua tecnologia, ou termos americanos. Mas a conclusão é que você precisa de mais pessoas e isso significa que você pode ter vários produtos, você pode tentar promover várias disciplinas, várias páginas de produtos em seu site ou volume que você precisa produzir, mais redes sociais que você precisa cobrir.

Se você apenas pensar sobre isso e depois olhar para o desempenho que sua equipe de gerenciamento está pedindo para você entregar, como você quer quadruplicar seu tráfego? Certo, podemos precisar de uma equipe maior aqui. Eu acho que precisamos de um orçamento de mais 500.000 dólares, talvez cem mil dólares por funcionário é um bom parâmetro na minha experiência para analisar as expectativas de desempenho que se alinhariam com a realização do trabalho. É um bom parâmetro gastar algumas centenas de milhares de dólares em conteúdo. Você precisa de pelo menos duas pessoas para gastar cem mil, talvez apenas uma pessoa. Mas gaste um milhão e espere metas muito mais grandiosas.

Peçanha: E eu expandiria isso porque acredito que Marketing de Conteúdo não é só campanha, é a sua presença online. É o que você faz todos os dias e representa a empresa, então, para mim, também vai além da equipe de Marketing. Portanto, se você tem liderança executiva, eles devem ajudá-lo com conteúdo de pensamento de liderança. E se você tem uma equipe de vendas, eles devem dar ideias para um bom conteúdo com base nas conversas que estão tendo. O mesmo vale para a equipe de suporte. Você deveria envolver mais departamentos da empresa porque acho que isso torna o conteúdo mais rico e a presença online ainda melhor.

Byron: Bem, eu concordo um milhão por cento com você sobre isso. E uma história rápida sobre isso do nosso bom amigo Brian Halligan no Hubspot (agora semi-aposentado, mas certamente muito ativo com o Hubspot). Três ou quatro anos atrás, se bem me lembro, um de seus representantes, na verdade, um ex-representante que costumava trabalhar para nós estava nos chamando e Brian ficou sabendo.

Você sabe que estou conectado com Brian no LinkedIn, então com certeza Brian entrou em contato pelo Linkedin com um cliente em potencial e, ‘bum’, lá estava ele. Então eu acho que você está absolutamente certo. A equipe se estende muito além da equipe de marketing. Muito bom o ponto que você está levantando. Tiro meu chapéu. Sim, concordo plenamente.

Peçanha: Incrível. Então, para o segredo número nove e esse tem um nome poético. É “de mim para você”. Você pode ver isso pendurado na parede de alguém, certo?

Byron: Sim.

Peçanha: De mim para você.

Byron: Quase cafona. Peço desculpas por isso. Talvez um pouco demais.

Peçanha: Parece um pouco carente.

Byron: Eu acho que aqui, mesmo quando você está escalando conteúdo, você realmente precisa ter as pessoas por trás, a pessoa individual por trás de cada post, por trás de cada tweet. É muito difícil uma marca ter personalidade. Agora acho que existem algumas marcas que têm personalidade, como a Red Bull por exemplo. Muita personalidade nessa marca. XGames vêm à mente. Mude o mundo, esportes radicais. É aí que você pode publicar potencialmente com uma marca com um nome de marca realmente forte.

Mas se sua marca não é o Red Bull, como a maioria de nós, é mais importante que as pessoas que você conhece realmente apareçam no seu post no blog.

Agora, no WriterAccess, fazemos isso de maneira criativa. Temos sorte de poder fazer isso dessa maneira, mas quando postamos em nosso blog, usamos o nome do escritor freelancer que usamos. Ou seja, adivinha só, damos atribuição a essa pessoa individual e inclusive vinculamos a sua página de perfil no WriterAccess.

Portanto, se um de nossos leitores estiver interessado, gostar e apreciar o tom e o estilo e a pesquisa que eles fizeram com esse post, eles poderiam contratá-los. Então, temos muitos clientes que fazem isso também.

Eles vão se associar a um escritor com quem estão trabalhando e pensar “ei, eu realmente quero que o nome desse escritor apareça em nosso blog”. Então vamos concordar com isso. Eles vão configurar um perfil em seu blog WordPress real. Ele listará o primeiro nome e a última inicial desse escritor e será vinculado ao perfil do WriterAccess e temos algumas evidências indiretas que sugerem que o Google pode realmente recompensar por isso, pois um autor real está criando esse conteúdo em vez de um autor desconhecido.

Então, é uma coisa para se pensar. Algo em que todos devem pensar, mas a dica “de mim para você” é como vamos publicar conteúdo com o nome de alguém da sua organização. Isso coloca um selo sobre isso agora. A propósito, ghostwriting é perfeitamente aceitável nesta indústria. Muitos escritores, você ficaria chocado ao saber, líderes de pensamento usam o WriterAccess como um recurso para enviar seus esboços e rascunhos, nossos escritores, nossos editores trabalham nesse material, o aprimoram e o tornam ótimo.

Não há nada de errado com isso, mas torne essa pessoa responsável pelo que está escrevendo. Certifique-se de que eles estão lendo algo que foi publicado se o nome deles estiver lá. E que eles são conectados e sintonizados e, claro, que estão aplicando as melhores práticas de alcançar as pessoas para comentar e realmente se engajar, apoiando o envolvimento desse conteúdo com o público.

Peçanha: Isso também ajuda no relacionamento com o escritor porque é um reconhecimento. Pensar, “sim, esse é o meu trabalho lá fora”.

Byron: Isso mesmo.

Peçanha: E está assinado por mim certo e então isso é muito importante. Isso é muito importante para pessoas criativas.

Byron: Exatamente isso. Agora, não me faça começar a falar sobre NFTs e como isso pode se encaixar nesse assunto.

Peçanha: Ah, isso é muito importante!

Byron: Mas há uma oportunidade no futuro para, como diz Mark Cuban, para livros, discos, música, tudo estar no blockchain e ter um autor. Assim como todos os produtos que você usa em sua casa podem estar em um blockchain digitalmente. Portanto, se o seu ladrilho quebrar em dez anos, você pode ir ao blockchain e dizer qual empresa de ladrilhos usamos. Então, os ativos digitais estão aqui. Todos nós sabemos disso e acredito que no futuro do conteúdo bruto, teremos essa discussão sobre colocar conteúdo de qualidade no blockchain como um ativo e isso se tornará uma conversa muito interessante. Mais sobre isso mais tarde.

Peçanha: Sim, eu sei, mas o blockchain é interessante. Acho que usar blockchain como um livro de registros para, como você disse, dados históricos; dizem que a parte de NFT é mais complicada, mas esse é um tópico para, como você disse, uma conversa de um dia inteiro.

Temos apenas alguns minutos restantes e antes de eu ir para o próximo e último segredo, vou perguntar (…). Bem, o décimo.

O número 10 está chegando, mas logo antes disso, se você tiver alguma pergunta, você que está assistindo, por favor, envie no chat e eu vou direcioná-la ao Byron.

OK. Então, por último, mas não menos importante. O segredo número 10 é: ferramentas para o sucesso.

Byron: Certo.

Peçanha: E como elas desempenham um papel importante na criação de conteúdo.

Byron: A má notícia é que existem pelo menos algumas centenas de ferramentas de marketing de conteúdo disponíveis e sendo usadas por profissionais de marketing de conteúdo em todo o mundo. A boa notícia é que você pode ver uma lista de diretórios dessas ferramentas no contentmarketingconference.com e verá um link para a galeria contech. Onde você não verá apenas uma descrição de cada uma delas ao clicar em uma. Você verá uma descrição sobre o que essa ferramenta faz e qual é sua proposta de valor; como ela ajuda de alguma forma a tornar sua vida mais inteligente, melhor, mais rápida e mais sábia, mas você também verá um vídeo em muitos casos de uma demonstração real do produto para que você possa ver o que ele faz e como isso o ajudará.

E cobrimos todos os cinco pilares de criação de conteúdo, planejamento, otimização, distribuição e mensuração de desempenho. E, por exemplo, na área de criação de conteúdo, cobrimos todas as plataformas Skyword, Scripted, WriterAcess, Text Broker, Contently você sabe que não somos tendenciosos com o que estamos apresentando. Isso foi pura pesquisa. Fizemos a Content Marketing Conference e isso é apenas uma das 25 categorias diferentes e cinco pilares onde você encontrará algumas centenas de ferramentas. Portanto, a rede de ferramentas vai economizar muito o seu tempo.

Onde estaríamos sem Spyfu, Semrush e Buzzsumo, apenas para mencionar algumas das ferramentas que são ferramentas absolutamente críticas, das quais você deveria estar usando dessas três, se não todas as três, mas é infinita, mas as ferramentas são realmente fantásticas.

Existem outras ferramentas de escrita em que estamos entrando que são realmente fascinantes, que ajudarão os escritores a serem apresentados e expostos a um dicionário de sinônimos ou metáforas ou analogias que são realmente emocionantes e muito legais. E essas são ferramentas que ajudarão os escritores a criar conteúdo melhor mais rapidamente. Eu acredito muito em metáforas e poderia ter um programa inteiro sobre isso.

Eu fiz um vídeo sobre metáforas uma vez que é muito legal no WriterAccess e eu realmente acredito que as metáforas são um exemplo de uma maneira de, você sabe, tocar o coração, conectar-se com a alma, uma representação visual de algo, apenas diz mil palavras. Então, essas metáforas, é incrível quantas metáforas dizemos no decorrer de um dia sem nem saber. Mas as metáforas são uma maneira muito legal de atirar para a lua. Você realmente não mira na lua, mas é uma maneira maravilhosa de expressar algo que é, ir em frente. Portanto, essas são ferramentas com as quais você precisa se familiarizar. Existem centenas deles por aí.

Esperamos que essas 10 dicas sobre as quais falamos hoje ajudem um escritor a criar um conteúdo melhor ou um profissional de marketing a escalar o Marketing de Conteúdo de maneira mais rápida, melhor e mais sábia.

Peçanha: Incrível. Bem, muito obrigado por esses 10 segredos/truques/dicas ou conselhos.

Sim, temos tempo para algumas perguntas.

Então Maíra, e essa é muito pessoal, mas vamos nessa.

Qual foi o momento mais memorável da sua carreira?

Byron: Oh, cara, carreira, uau. Quero dizer, cada startup que eu tinha estava tentando resolver um problema específico. Eu era um garoto curioso desde o início e alguém que conseguia encontrar problemas em muitas coisas, mas nunca esquecerei um problema com o qual esse público em particular se identificaria. E esse foi o fato de que a primeira empresa que eu criei se chamava Freelance Access e era uma empresa de colocação de artes gráficas. Na época os artistas gráficos eram representados por currículos. Palavras escritas, certo. Isso não fazia absolutamente nenhum sentido para mim. Um designer deve ser capaz de mostrar seu trabalho. Não uma pilha de palavras em uma folha de papel tamanho A4. Naquela época, em 1992, havia uma empresa chamada Tektronix que havia criado uma impressora de sublimação de tinta capaz de imprimir trabalhos no tamanho 11 por 17 de freelancers.

Comecei essa empresa chamada Freelance Access e começamos um laboratório Mac e não tínhamos ideia se teríamos sucesso. Mas foi uma oportunidade de causar disrupção nesse mercado, e se funcionasse e adivinhem só? Realmente funcionou, então para mim um dos momentos mais memoráveis. Qualquer negócio que comecei, pensava: podemos causar disrupção nesta indústria? Podemos realmente mudar alguma coisa?

E acho que fizemos isso com quase todos os negócios. Comecei cinco, vendi três. Não muito ruim de uma média de rebatidas, mas cada um deles, sem dúvida, tinha um componente disruptivo e certamente o WriterAccess, acredito que faz tão bem quanto todos os outros, mas de qualquer maneira. Então talvez seja isso…

Peçanha: Vários momentos.

Byron: Legal. Obrigado pela pergunta.

Peçanha: Sim, então o Jason pergunta, quando a gente fala em escalonamento de conteúdo, essa terceirização, é uma das formas de fazer isso. Fale mais a fundo sobre isso. Tem alguma outra dica profissional que você tem que não abordamos quando falando sobre dimensionar sua criação de conteúdo?

Byron: Sim, e eu adoro que você saiba qual é a diferença entre in-house versus terceirização. Certo, então sim, esse é um ponto muito legal, Jason. Então o outro ponto, de como você faz isso funcionar, são as dicas.

Mas sim, com produção de conteúdo interna. Que, a propósito, é como a maioria das empresas está abordando, eu acho, o marketing de conteúdo ou pelo menos pensando nisso como por que eu faria isso? Vamos fazer isso internamente. Economizamos todo esse dinheiro ou podemos produzir conteúdo melhor e dimensioná-lo e alinhá-lo com nossa marca e nosso tom.

Olha, não importa se você está produzindo internamente ou terceirizando, você ainda tem os mesmos desafios, bem como estávamos falando anteriormente. Essa comunicação é fundamental. Você sabe que precisa fazer a pesquisa para configurar seus três pilares principais, seu mapa de jornada do cliente, suas buyers personas, seus briefings criativos. Você tem que fazer onboarding com seu talento, seja interno ou não. Você precisa gerenciar a flexibilidade e a mudança de estilo. Você tem que descobrir qual é a sua marca. Eu acho que o ponto crítico, que na verdade deve haver uma pessoa pivô que é a peça central da empresa interna ou terceirizada e esse é um gerente de conteúdo, certo. E esse gerente de conteúdo não é um redator. Não é um gerente de rede social. Não é um gerente de comunidade. É uma pessoa que tem um único trabalho com foco de garantir que o conteúdo esteja alinhado com os objetivos, que é criado de acordo com a especificação, que entrega o desempenho. Então eu acho que quais são as diferenças?

Elas são complexas. Trabalhar com freelancers é diferente de trabalhar com pessoas internas. Você não precisa educar um novo freelancer em um processo. Existem diferentes habilidades que você precisa se você for um gerente de conteúdo, mas acho que o gerente de conteúdo é o indispensável para ambos. E você precisa de ambos para ambos.

Peçanha: Sim, então você precisa de um gerente de conteúdo como peça-chave para fazer tudo funcionar, independentemente.

Byron: Você não pode dimensionar o conteúdo sem um gerente de conteúdo, ponto final. O fim.

Peçanha: OK.

Byron: Eles precisam de um editor, com experiência em edição. Eles precisam de conhecimento sobre otimização. Eles precisam de ferramentas e técnicas de pesquisa realmente boas. Acho que os gerentes de conteúdo, em geral, são analfabetos em ferramentas. Por quê? Porque as empresas não estão comprando essas ferramentas, pagando essas assinaturas para fornecer essas ferramentas aos criadores de conteúdo e gerentes de conteúdo. É uma vergonha. Então é isso que o CMC estava tentando fazer ao abrir essa galeria de conteúdo, é educar as pessoas sobre essas ferramentas. Então esse é o meu pensamento.

Peçanha: Incrível. Então, vamos fazer uma última pergunta do Sean. Como você vê o mundo do Marketing de Conteúdo evoluindo nos próximos anos?

Byron: Oh cara, obrigado, Sean. Fantástico. Temos meia hora, por acaso?

Peçanha: Versão resumida.

Byron: O Marketing de Conteúdo está mudando. A Web 3.0 está chegando até nós. Os criadores de conteúdo do mundo vão se tornar os novos xerifes. Finalmente, esta revolução do Marketing de Conteúdo vai colocar os criadores na vanguarda da revolução. Eu vejo os criadores sendo ouro. Eu acho que eles vão ser realmente, você sabe, eu acho que a criatividade vai empurrar, romper para novos limites.

Eu acho que a tecnologia vai nos alcançar. Acho que sites estáticos sem alguma interatividade nele vão morrer. Acho que veremos uma verdadeira fusão de habilidades de codificação com habilidades criativas e essas duas forças vão se unir. Acho que nosso mundo será mais divertido, mais educativo, mais cômico, mais baseado em histórias. Eu acho que você poderia argumentar que a web 2.0 passou não vai ser uma loucura para as grandes pessoas na web 2.0 fazendo web 2 em vez de fazer grandes coisas.

Mas a web 3 é um pouco diferente. Porque o Facebook, o Google, o LinkedIn, o Twitter e o TikTok não vão mais ganhar todo o dinheiro e ser donos de tudo. Esperamos que isso seja derrubado à medida que vemos a descentralização, à medida que vemos o blockchain e as partes criativas aumentarem. É um momento muito legal, pessoal, para ser um criador, um criador de conteúdo. Então olhe para fora. Prepara-se. Ajuste suas habilidades. Empurre sua criatividade ao limite e você será um vencedor neste próximo mundo.

Peçanha: Incrível, incrível. Obrigado, Byron. OK, pessoal, é isso.

A próxima Jam Session vai acontecer no dia 23 de maio.

Byron: Legal.

Peçanha: Brianna DeMike profissinal de marketing e podcaster.

Então, Byron, obrigado por compartilhar seu conhecimento, sua experiência. Alguma última palavra?

Byron: Tem sido ótimo estar com a Rock Content. Você tem uma comunidade notável que é maior do que qualquer coisa que eu poderia ter imaginado em minha vida. É ótimo fazer parte da família aqui e nossa equipe está animada. Queremos trazer conteúdo para o mundo, que era nossa missão há muito tempo. Estamos trabalhando diligentemente em segundo plano para trazer mais ideias, trazer mais conceitos, trazer mais conselhos para todos vocês vis nosso blog e esforços da Rock Content no futuro. Então, tiro meu chapéu para sua equipe por produzir grandes shows como este e estou ansioso para ajudar qualquer um e todos no futuro. Um dia desses eu vou receber um endereço de e-mail da Rock Content para mostrar o quão loucos e ocupados estamos, mas provavelmente será [email protected] Então, talvez vamos fechar assim.

Peçanha: Sim.

Byron: Ótimo, obrigado.

Por favor, se você estiver ouvindo isso, seja uma das primeiras pessoas a entrar em contato com [email protected], que estará ativo amanhã, certo. Podemos fazer isso? Espero que sim. Então me procure. Eu adoraria responder a quaisquer perguntas. Eu realmente amo ajudar as pessoas. Obrigado por me receberem, todos vocês.

Peçanha: Incrível. Tchau, todo mundo.

Byron: Se cuida.

Peçanha: Obrigado por se juntar a nós.

Conteúdo extra

Ferramentas para uma estratégia de conteúdo bem-sucedida

Com tantos recursos online, criadores e marcas podem realmente elevar a qualidade de seus esforços e estratégias. Uma estratégia de conteúdo de completa envolve mais do que criatividade e boas histórias, mas também precisa considerar planejamento, otimização, distribuição e, em última análise, análise de desempenho.

Para ajudar escritores e empresas, Byron compartilhou que no site da Content Marketing Conference há uma aba que contém uma galeria dedicada a ferramentas separadas por categorias como planejamento e criação, por exemplo.

Cada categoria abrange toneladas de ferramentas que podem ajudar escritores e profissionais de marketing a se inspirarem, criarem títulos melhores, aumentarem as conversões, obterem insights, acompanharem resultados, serem mais produtivos e muito mais. Confira a lista completa aqui.

A importância do feedback

Ao longo da sessão, Byron falou muito sobre como melhorar as maneiras de obter mais alinhamento e gerenciar melhor os redatores, sejam eles internos ou terceirizados. Investir em estratégias de comunicação e documentação é fundamental para ajudar os redatores a entender os objetivos do negócio e entregar o melhor e mais relevante conteúdo para o público. Nesse contexto, ele destacou que o feedback é fundamental.

Byron reconheceu o desafio de dar e receber feedback, uma vez que isso é percebido principalmente como algo negativo, como a crítica. Mas, na verdade, os escritores querem e precisam de feedback para ajustar seu fluxo de trabalho.

Este fato é corroborado por pesquisas. Um estudo da Harvard Business School mostrou que a maioria das pessoas evita dar feedback, mas muitos, na verdade, subestimam as necessidades de feedback de outras pessoas. Por exemplo, 72% dos entrevistados disseram que obter feedback de seus gerentes seria muito útil para sua carreira e desenvolvimento profissional.

Outro estudo da Harvard Business School sugere que dar feedback em forma de conselho é uma estratégia promissora, que promove o desenvolvimento e útil. Ao mesmo tempo, um artigo do Journal of Applied Psychology abordou o papel da empatia ao dar feedback negativo necessário.

O Livro “The Culture Map”

Ao falar sobre feedback, Vitor Peçanha citou o livro “The Culture Map”, que traz uma importante perspectiva e debate sobre negócios e comunicação globais.

À medida que o trabalho remoto se torna uma realidade e as empresas continuam quebrando barreiras locais em todo o mundo, a autora Erin Meyer reflete sobre possibilidades e práticas para navegar pelas diferenças culturais e fazer com que pessoas de origens tão diversas trabalhem em harmonia.

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