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Por que o YouTube está pagando podcasters para fazerem vídeos na plataforma?
11 de março de 2022

Ninguém vai mais a lugar nenhum sem um um ou mais podcasts baixados no smartphone ou tablet. Por motivos óbvios, qualquer coisa sem a qual o público não possa viver é uma boa perspectiva de fazer dinheiro.

No entanto, é mais fácil falar do que fazer, não é? De que forma o amor das pessoas pelo conteúdo em áudio se traduz em uma boa estratégia para você? O YouTube pode ter nos dado uma resposta a essa pergunta.

Após uma decisão recente, a popular plataforma de streaming começará a oferecer subsídios aos podcasters para transformar seus podcasts em conteúdo de vídeo. Programas individuais podem receber US$ 50 mil, enquanto as redes de podcast podem conseguir até US$ 200 mil ou mesmo US$ 300 mil.

Esses são números grandes, então é natural as pessoas se perguntarem: qual é a pegadinha?

O YouTube está incubando podcasters como videomakers?

O YouTube faz algo parecido com uma incubação, ajudando as empresas menores em que acredita a decolar. É certo que a gigante do audiovisual não corresponde à definição tradicional de uma empresa incubadora, mas está oferecendo praticamente o mesmo: recursos para transformar pequenos empreendimentos em maiores.

Só que a atuação do YouTube vai além: a plataforma pretende ajudar podcasters e redes de podcasts a fazer a transição do seu conteúdo para formatos totalmente novos.

O apelo que os podcasts podem ter para o audiovisual é óbvio. Por exemplo, um programa solo ou de entrevistas funcionaria muito bem também de forma visual. Ao oferecer esse dinheiro de “doação”, o YouTube espera encorajar os podcasters a fazer versões filmadas de episódios populares, ou então a criar conteúdo relacionado que não siga estritamente o material publicado anteriormente.

Não é difícil de ver como isso pode ser emocionante para um podcaster. Então, a resta saber o que o YouTube ganha com esse acordo!

Por que o YouTube está fazendo isso?

Se você é como a maioria das pessoas, provavelmente está se perguntando: “Isso é MUITO dinheiro. O que o YouTube ganha com isso?”

A resposta é bem simples: o mercado de podcasts é impressionante. “O tamanho do mercado global de podcasting foi avaliado em US$ 11,46 bilhões em 2020”, de acordo com o Grand View Research, “e deve se expandir a uma taxa de crescimento anual composta (Compound Anual Growth Rate — CAGR) de 31,1% de 2021 a 2028”.

O Statista acrescenta que o número de ouvintes de podcasts está crescendo o tempo todo, com “uma estimativa de 120 milhões de ouvintes de podcast nos EUA em 2021”. Além disso, “as previsões sugerem que o número de ouvintes de podcasts ultrapassará 160 milhões em 2023, após aumentos de cerca de 20 milhões a cada ano”. Com números como esses, a verdadeira questão é: por que o YouTube demorou tanto para querer um pedaço desse mercado?

O YouTube já se beneficia de podcasters que postam seu conteúdo de áudio com uma imagem de fundo simples ou por meio de transmissões ao vivo. Mas com Amazon, Spotify, Apple e até o Google ganhando dinheiro com conteúdo de podcast, o YouTube está claramente procurando tornar as coisas um pouco mais oficiais.

É aí que entra o programa de subsídios, que incentiva podcasters a trazer conteúdo popular para o YouTube — mesmo que não seja de forma exclusiva. O simples fato de ter conteúdo popular vai fazer com que o YouTube ganhe participação de mercado. E tem mais: quando o público estiver lá, é mais provável que ele também passe tempo interagindo com outros conteúdos no na plataforma.

Mas esses incentivos não são o único plano da empresa para trazer novos criadores.

Quais são as outras novidades da plataforma de streaming de vídeos?

Em uma tentativa de competir com a abordagem rápida e única do TikTok como mídia de entretenimento, o YouTube criou o Shorts em setembro de 2020 e o lançou mundialmente em julho do ano seguinte. Não demorou muito para o recurso ganhar popularidade, com bilhões de visualizações diárias em apenas alguns meses.

Agora, o YouTube está tentando aumentar ainda mais sua popularidade, adicionando uma série de novos recursos aos Shorts. Isso inclui novas ferramentas de edição e efeitos, além da capacidade de responder a comentários com um novo vídeo — um diferencial divertido do TikTok que gera engajamento.

Por meio do Shorts e outras ferramentas, o YouTube também está tentando ajudar os criadores a monetizar seu conteúdo de forma mais eficaz. Eles agora podem expandir sua marca e permitir que clientes comprem de um Short. Além disso, o YouTube vai seguir uma tendência do TikTok e do Instagram ao permitir que criadores de conteúdo entrem ao vivo juntos em um futuro próximo.

O que isso significa para os profissionais de marketing?

Conforme os podcasts se tornam mais lucrativos e o YouTube oferece mais recursos que ajudam os usuários a divulgar seu conteúdo, a união entre os dois parece uma ideia cada vez melhor para qualquer empresa. Então, vale a pena você usar o podcasting do YouTube — ou conteúdo audiovisual em geral — como estratégia de marketing para o seu negócio? A resposta é sim nas seguintes situações:

A sua empresa quer alcançar um público mais jovem e mais experiente em tecnologiaOs seus clientes e consumidores se beneficiariam ao ver seu conteúdo em formato de áudio ou visualVocê pode facilmente transformar seu produto em instruções úteis ou episódios engraçadosVocê já tem uma estratégia de marketing de conteúdo simplificada e está procurando tornar o conteúdo baseado em texto (blog, e-mail) mais robusto com mídiaVocê já criou conteúdo que pode facilmente colocar no YouTube para aproveitar o impulso dele

Também vale a pena ter em mente quanta receita você pode gerar simplesmente criando um produto popular e permitindo que outras pessoas anunciem em seu programa. Assim como aponta o MediaRadar, os gastos com publicidade aumentaram mais de 21% em 2021, saltando para US$ 590 milhões. Não é um mercado ruim para querer abocanhar, certo?

Se você está considerando novos conteúdos em 2022 e nos próximos anos, tenha isso em mente: o YouTube não investiria tanto dinheiro em um formato se não houvesse uma tonelada de participação de mercado para corroborar sua aposta. Então, que tal considerar essa ideia em seu planejamento de marketing?

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